Condenado injustamente a 30 anos de prisão, sobrevive a cada dia agarrado à esperança de vir a reencontrar Mina, a mulher com quem casou e a quem sempre dedicou a sua arte. Mina, por seu lado, é presa por se ter negado a assinar os papéis do divórcio. Quando é libertada, dez anos depois, é-lhe dito que Sahel morreu.