Guimarães tem pensado o seu território numa forte relação com a europa e com o mundo. É cada vez mais uma cidade contemporânea aberta ao fascínio do futuro e a responder à necessidade de produzir conteúdos a partir de uma dinâmica criativa forte. O Westway LAB apresenta-se, assim, neste poderoso universo da música, enquanto projeto capaz de fazer mover 3 vetores em simultâneo: processo, pensamento e produto. Um plano cada vez mais arquitetado na importância da criação e originalidade. No cruzamento de experiências. Na fixação desse conhecimento ao território que o instiga. Na sublimação das inatas valências de uma cidade, que mais que a sua história passada, está motivada para escrever a sua história futura de forma inesquecível.
Por falar em história, esta 3ª edição do Westway LAB acrescenta novos capítulos e reforça todas as dimensões que o distinguem dos restantes festivais. Lançamos este ano um novo palco em parceria com a plataforma internacional GIGMIT, que permitirá a bandas e músicos candidatarem-se à apresentação de um showcase no festival. E decidimos prestar atenção redobrada aos núcleos artísticos da cidade, pensando num concerto de abertura, no palco principal, que proponha um encontro invulgar. Assim será quando os lendários Membranes interpretarem as suas músicas com a ajuda do BJazz (Convívio Jazz Choir).
Em cima disto tudo, importa falar da vibração que a cidade adquire no espaço público com a circulação dos artistas e o seu encontro com a população, que tem crescido de entusiasmo a cada ano. No Tio Júlio ou no CCVF, a música veio para ficar e transformar esta cidade que, cada vez mais, é de criação.
Rui Torrinha
PASSE GERAL PARA OS CONCERTOS (DIAS 15 E 16)
THE MEMBRANES + BJAZZ (CONVÍVIO JAZZ CHOIR), FILHO DA MÃE, MY BABY + PAUS, RUI MAIA LIVE ACT